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Nosso símbolo

Ao longo dos anos, pessoas têm usado garrafas ou qualquer recipiente vedado para mandar mensagens pelo mar. Marinheiros usaram para mandar mensagens para casa ou para avisar a outros navios sobre perigos; náufragos pediram socorro e mandaram a última mensagem de amor; e até cientistas usaram para tentar descobrir de onde vem a água do Mediterrâneo ou para relatar uma descoberta, caso não conseguissem voltar da expedição.

Nosso símbolo é composto por um erlenmeyer (recipiente de vidro muito usado em laboratórios), que aqui representa a pesquisa, e o papel dentro da “garrafa” onde estão as informações que mandamos de dentro da universidade para nossos leitores.

Nossa Equipe

Nós somos alunos e ex-alunos de graduação e pós-graduação da USP/ESALQ, Unicamp e UnB.

 

Nathalia Moraes
Sou bióloga (ESALQ/USP), mestra em Ciências (ESALQ/USP) e atualmente trabalho como professora de ciências e biologia e, é claro, divulgadora científica.
O que me move em direção à divulgação científica é o compartilhar conhecimento! O conhecimento que está dentro dos muros das universidades ou em artigos científicos é difícil de ser acessado e entendido por pessoas comuns, leigas. Por isso, quando eu escrevo um texto na linguagem da divulgação científica, sinto que estou atingindo muitas pessoas e levando a elas conhecimento, que pode fazer diferença em suas vidas. É uma sensação de realização! Divulgar ciência tem muito a ver com a minha profissão também, amo dar aulas e aproveito vários textos de divulgação para usar em sala com meus alunos. Ensinar é também mais uma maneira de eu dividir um pouco de tudo que estudei e aprendi.
(aproveitando, se você se interessa por educação, vem conhecer meu blog Coruja Bióloga). Dá para perceber que também sou louca por tecnologias e estou sempre querendo aprender coisas novas, seja como fazer um experimento em sala de aula, aprender um novo passo de dança nos vídeos do Youtube ou uma nova receita de bolo de chocolate.

Patricia Sanae Sujii
Professora, divulgadora científica e ilustradora, tudo isso por paixão. Poucas coisas me satisfazem tanto quanto ver o encantamento no rosto de uma pessoa sentindo prazer em aprender. Sabe aquele momento em que a pessoa sorri e diz “Ahhh, entendi!”? 
Nos últimos anos tive a oportunidade de conhecer pesquisas muito interessantes das mais diversas áreas, porque tenho amigos que tiveram paciência de me explicar as coisas de forma simples e acho que todos deveriam ter acesso a esse conhecimento. Então, co-criar esse blog foi um meio que achei para levar o conhecimento acadêmico pra fora da universidade. E é claro que existem outras coisas que me fazem feliz: cachoeira, comida, viagens (melhor ainda se for tudo isso junto!).

 

Bianca Ribeiro
Tenho 29 anos, sou de Limeira/SP e atualmente moro na Bélgica. Sou bióloga e pesquisadora na área de Genética e Bioquímica de Plantas e estudei na Universidade Federal de Uberlândia, na ESALQ/USP e na Universidade de Ghent/VIB. No início da minha vida acadêmica desenvolvi projetos de extensão com o intuito de conscientizar a sociedade sobre diversos assuntos como obesidade, descarte e reciclagem de pilhas e baterias e conservação do Cerrado. A minha maior dedicação nos últimos anos é com a pesquisa científica. Já trabalhei com projetos envolvidos com desenvolvimento de plantas e agora tenho trabalhado com a regulação e biossíntese de saponina, um metabólito anticâncer. Quero ser professora e continuar a trabalhar com ciência quando voltar para o Brasil. Amo aprender, criar ideias e ajudar pessoas. Participar do Ciência Informativa é uma realização pessoal muito grande já que posso me aproximar e ensinar o que sei para as pessoas. Também adoro ouvir David Bowie e ler livros de ficção nas horas vagas.

Cínthia Hoch B. de Souza
Sou bióloga formada pela UNESP e possuo mestrado e doutorado pela USP na área de concentração em Tecnologia de Alimentos. Em minha pós-graduação e em minha atuação profissional trabalhei aliando minha formação na graduação com meu interesse pela área de alimentos. Assim surgiu minha linha de pesquisa no campo do desenvolvimento de produtos, especialmente os probióticos. Também atuei lecionando nas disciplinas de Metodologia Científica e Redação Científica (nível de Mestrado), disciplinas nas quais eram abordadas as formas de divulgação científica. Sempre achei muito relevante enfatizar aos alunos que o pesquisador também é um comunicador e que a divulgação de pesquisas científicas deve ser feita das mais diversas formas para que a informação chegue ao maior número possível de pessoas. O mundo dos tecidos é o hobby – faço costura criativa produzindo peças artesanais alegres e coloridas.

 

Isabela Filgueira Campos
Eu cresci em contato com a natureza e desde pequena sempre gostei de saber as mais diversas curiosidades sobre o universo, foi assim que me apaixonei pela biologia. Já participei de alguns projetos voluntários relacionados a ciência e o público alvo da maioria deles era crianças, acho que esse foi meu primeiro contato com a divulgação científica. Era muito gratificante explicar um assunto de uma forma simples e concisa e perceber que eles realmente entenderam. Isso é o que mais me chamou atenção na Ciência Informativa, poder participar de uma iniciativa cuja proposta principal é espalhar conhecimento é um privilégio. Apesar de muito importante, a biologia não é tudo na minha vida, gosto muito de viajar, conhecer museus, assistir séries e tomar uma cervejinha com os amigos.

Maria Educarda Moura
Estou cursando o segundo semestre de biologia no UDF. Eu amo com o coração a biologia e acredito que sendo uma ciência tão bonita é injusto limita-la ao meio acadêmico. Por isso estou no projeto. Também gosto muito de animações e de desenhar.