ciencia-informativa-logo-nova

Nosso símbolo

Ao longo dos anos, pessoas têm usado garrafas ou qualquer recipiente vedado para mandar mensagens pelo mar. Marinheiros usaram para mandar mensagens para casa ou para avisar a outros navios sobre perigos; náufragos pediram socorro e mandaram a última mensagem de amor; e até cientistas usaram para tentar descobrir de onde vem a água do Mediterrâneo ou para relatar uma descoberta, caso não conseguissem voltar da expedição.

Nosso símbolo é composto por um erlenmeyer (recipiente de vidro muito usado em laboratórios), que aqui representa a pesquisa, e o papel dentro da “garrafa” onde estão as informações que mandamos de dentro da universidade para nossos leitores.

Nossa Equipe

Nós somos alunos e ex-alunos de graduação e pós-graduação da USP/ESALQ, Unicamp e UnB.

 

Jaqueline Raquel de Almeida

Sou bióloga e estou terminando meu mestrado na área de Genética e Melhoramento de Plantas. Escolhi ser bióloga por amar genética, desde a primeira vez que ouvi falar, período em que eu não tinha a menor ideia de quão fascinante ela realmente é. Quando não estou me dedicando ao mestrado, adoro cozinhar e amo Pilates. Estou no Ciência Informativa para ajudar a divulgar ciência, principalmente as grandes pesquisas que são realizadas no nosso país. Pois acredito que esta seja uma forma de trazer informações e novidades a pessoas que não são da área, além de divulgar a importância da pesquisa e quem sabe motivar novos pesquisadores.

 

Maria Letícia Bonatelli

Sempre tive uma quedinha por divulgação científica. Tentei algo durante a graduação, mas foi no doutorado que co-criei o Ciência Informativa. Desde lá, tanta coisa boa já aconteceu! O Blog cresceu, comecei uma especialização em jornalismo científico e atualmente sou pós-doutora nessa área! Gosto muito de aprender sobre diferentes formas de comunicar ciência – podcast, vídeos – e gosto ainda mais de pensar no processo da comunicação. Mas como nem só de trabalho vive o homem, tenho como minha melhor amiga a minha malinha de viagem e também estou sempre a procura de programas diferentes para fazer. Vai escalar uma montanha? Me chama!!

 

Nathalia Moraes
Sou bióloga (ESALQ/USP), mestra em Ciências (ESALQ/USP) e atualmente trabalho como professora de ciências e biologia e, é claro, divulgadora científica.
O que me move em direção à divulgação científica é o compartilhar conhecimento! O conhecimento que está dentro dos muros das universidades ou em artigos científicos é difícil de ser acessado e entendido por pessoas comuns, leigas. Por isso, quando eu escrevo um texto na linguagem da divulgação científica, sinto que estou atingindo muitas pessoas e levando a elas conhecimento, que pode fazer diferença em suas vidas. É uma sensação de realização! Divulgar ciência tem muito a ver com a minha profissão também, amo dar aulas e aproveito vários textos de divulgação para usar em sala com meus alunos. Ensinar é também mais uma maneira de eu dividir um pouco de tudo que estudei e aprendi.
(aproveitando, se você se interessa por educação, vem conhecer meu blog Coruja Bióloga). Dá para perceber que também sou louca por tecnologias e estou sempre querendo aprender coisas novas, seja como fazer um experimento em sala de aula, aprender um novo passo de dança nos vídeos do Youtube ou uma nova receita de bolo de chocolate.

Patricia Sanae Sujii
Professora, divulgadora científica e ilustradora, tudo isso por paixão. Poucas coisas me satisfazem tanto quanto ver o encantamento no rosto de uma pessoa sentindo prazer em aprender. Sabe aquele momento em que a pessoa sorri e diz “Ahhh, entendi!”? 
Nos últimos anos tive a oportunidade de conhecer pesquisas muito interessantes das mais diversas áreas, porque tenho amigos que tiveram paciência de me explicar as coisas de forma simples e acho que todos deveriam ter acesso a esse conhecimento. Então, co-criar esse blog foi um meio que achei para levar o conhecimento acadêmico pra fora da universidade. E é claro que outras coisas que me fazem feliz: cachoeira, comida, viagens (melhor ainda se for tudo isso junto!).

 

Thomaz Offrede

A ciência é bonita demais para ficar presa dentro das paredes da universidade! Por causa disso, acho importantíssimo que pessoas (como a gente!) tentem desmistificar os textos científicos que são muitas vezes escritos numa linguagem tão difícil que só quem é pesquisador entende. Assim, quem sabe mais gente, que não são pesquisadores, consiga tirar um proveito maior de todas as coisas boas que a ciência pode ensinar para a gente, né? Eu estudei psicologia por três anos e obtive meu diploma de graduação em inglês (linguística, literatura e ensino) pela UnB, e estou cursando o meu mestrado na Universidade de Groningen na área de Linguagem e Cognição. Além de amar estudar, adoro viajar, cozinhar, e conversar com os cachorros que eu encontro pela rua!

Vinícius Borges
Sou biólogo formado pela Universidade de Brasília e mestrando em Neurociência pela Vrije Universiteit Amsterdam. Eu sou interessado por todas as áreas da Biologia, mas comecei a desenvolver um fascínio pela Neurociência em Janeiro de 2015, quando eu entrei em contato com o curso online Learning how to Learn, ministrado pela engenheira Barbara Oakley e cujo tópico é a Neuroeducação. Desde então, a neurociência e suas aplicações práticas permearam minha vida. O meu fascínio por essa área fez com que eu escrevesse, editasse, ilustrasse, formatasse um livro de forma totalmente independente sobre o assunto – O Guia Definitivo do Estudante – Técnicas de estudo e organização baseados em princípios de neurociência. Atualmente eu ministro cursos sobre técnicas de aprendizado e dou aulas de violão.

Bianca Ribeiro
Tenho 29 anos, sou de Limeira/SP e atualmente moro na Bélgica. Sou bióloga e pesquisadora na área de Genética e Bioquímica de Plantas e estudei na Universidade Federal de Uberlândia, na ESALQ/USP e na Universidade de Ghent/VIB. No início da minha vida acadêmica desenvolvi projetos de extensão com o intuito de conscientizar a sociedade sobre diversos assuntos como obesidade, descarte e reciclagem de pilhas e baterias e conservação do Cerrado. A minha maior dedicação nos últimos anos é com a pesquisa científica. Já trabalhei com projetos envolvidos com desenvolvimento de plantas e agora tenho trabalhado com a regulação e biossíntese de saponina, um metabólito anticâncer. Quero ser professora e continuar a trabalhar com ciência quando voltar para o Brasil. Amo aprender, criar ideias e ajudar pessoas. Participar do Ciência Informativa é uma realização pessoal muito grande já que posso me aproximar e ensinar o que sei para as pessoas. Também adoro ouvir David Bowie e ler livros de ficção nas horas vagas.