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Nosso símbolo

Ao longo dos anos, pessoas têm usado garrafas ou qualquer recipiente vedado para mandar mensagens pelo mar. Marinheiros usaram para mandar mensagens para casa ou para avisar a outros navios sobre perigos; náufragos pediram socorro e mandaram a última mensagem de amor; e até cientistas usaram para tentar descobrir de onde vem a água do Mediterrâneo ou para relatar uma descoberta, caso não conseguissem voltar da expedição.

Nosso símbolo é composto por um erlenmeyer (recipiente de vidro muito usado em laboratórios), que aqui representa a pesquisa, e o papel dentro da “garrafa” onde estão as informações que mandamos de dentro da universidade para nossos leitores.

Nossa Equipe

Nós somos alunos de graduação e pós-graduação da USP/ESALQ, Unicamp e UnB.
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Jaqueline Raquel de Almeida

Tenho 23 anos, sou nascida e criada em Jaú/SP, mas moro em Piracicaba/SP desde 2010.

O que faço?
Sua aluna de graduação do curso de Ciências Biológicas na ESALQ/USP e desenvolvo projeto de iniciação científica no Departamento de Genética da mesma instituição. Em meu atual projeto, trabalho com o estudo do genoma mitocondrial de um fungo causador da ferrugem em Eucalyptus spp.

Por que estou aqui?
Tive a oportunidade de conhecer a ideia deste blog dentro do grupo ASM e me encantei com a possibilidade de compartilhar o conhecimento acadêmico com todas as pessoas que têm interesse sobre as novidades da ciência, sejam elas adolescentes, jovens, adultos, e até mesmo colegas do meio, que possam nos ajudar a melhorar ainda mais este canal de informação.

Maria Letícia Bonatelli

Tenho 29 anos, sou de Campinas mas moro em Piracicaba há quase 7 anos.

O que faço?
Bióloga formada pela UNICAMP e Doutora pelo Dpto. de Genética da ESALQ/USP. Atualmente, desenvolvo projeto de pesquisa no CTBE/CNPEM.

Por que estou aqui?
Sempre gostei da ideia de divulgar ciência, na graduação me aventurei um pouco nessa área e fui até parar na faculdade de Jornalismo da USP por um semestre. Hoje, com o blog Ciência Informativa, espero chegar um pouco mais perto do meu ideal de extensão universitária e, de fato, divulgar ciência para todos!

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Nathalia Moraes

Nasci e cresci em Santa Bárbara d’Oeste, interior de SP, mas durante a graduação e o mestrado morei em Piracicaba/SP, uma cidade vizinha.

O que faço?

Sou bacharela e licenciada em Ciências Biológicas (f. 2013) e Mestra em Ciência (Genética e Melhoramento de Plantas – f. 2016), pela ESALQ/USP. Durante minha graduação e meu mestrado trabalhei em pesquisas relacionadas à genética de micro-organismos fitopatógenos, dentre eles a bactéria Leifsonia xyli subsp. xyli (causadora do raquitismo da cana de açúcar) e outras três espécies de fungos patógenos da uva Niágara Rosada, uma variedade de uva de mesa muito importante no Brasil.

Atualmente trabalho como professora de biologia e também escrevo semanalmente para outro blog temático de educação e ensino de ciências, o Coruja Bióloga.

Por que estou aqui?

Sempre gostei de tecnologias e de poder compartilhar conhecimentos com as pessoas, até por conta disso me tornei professora. A ideia de divulgar ciência em um site, aproveitando da facilidade que a tecnologia e a internet nos proporcionam atualmente, uniu perfeitamente esses dois gostos!Além disso, poder realizar workshops e eventos de divulgação científica, trabalhando em grupo, é muito proveitoso. É o momento de estender e dividir o que aprendi durante meus estudos e experiências profissionais com a sociedade. É o momento de levar a ciência para além dos muros da universidade.

Para mim, o conhecimento só é “realmente” conhecimento quando ele é compartilhado!

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Patricia Sanae Sujii

Tenho 30 anos e sou de Brasília, que é a cidade que escolhi pra viver.

O que faço?
Sou bióloga formada pela UnB e fiz mestrado e doutorado em Genética e Biologia Molecular na Unicamp. Minha especialidade é genética de populações e uso isso como uma ferramenta para ajudar a proteger e recuperar a biodiversidade. Além disso, também trabalho com ilustrações para publicações científicas e para livros.

Por que estou aqui?
Nos últimos anos tive a oportunidade de conhecer muitas pesquisas muito interessantes das mais diversas áreas, porque tenho amigos que tiveram paciência de me explicar as coisas de forma simples e acho que todos deveriam ter acesso a esse conhecimento. Então, vejo esse blog como um meio de levar o conhecimento acadêmico pra fora da universidade.

Thomaz Offrede

Tenho 22 anos e moro em Brasília, onde nasci e fui criado.

O que faço?
Sou estudante de graduação em Letras – Inglês na UnB. Estudei Psicologia por 3 anos, o que incentivou muito o meu gosto por ciência. Eu desenvolvo pesquisa sobre a omnipredicatividade do Tapirapé, língua falada por um povo indígena que mora na Floresta Amazônica.

Por que estou aqui?
Penso que a informação e o conhecimento são fundamentais para o desenvolvimento da qualidade de vida de uma população. Acredito, também, na quebra de fronteiras (especialmente linguísticas) quando se trata de compartilhamento de saberes.

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